Seguir ou Voltar… A Escolha é SUA

Texto de Marcelo Quaranta achado na web.

Durante toda a nossa vida somos expostos a diversas situações que nos obrigam a tomar decisões rápidas e cada decisão tem um ônus para quem está incumbido de tomá-la.

Ainda pequenos, nos é ensinado por nossos pais a identificar o que é certo e o que é errado e aprendemos a avançar nos caminhos que julgamos bons, ou recuar daqueles que podem trazer-nos consequências indesejáveis.

A medida que vamos crescendo, desenvolvemos cada vez mais os nossos instintos e nossa capacidade de análise, nos dando condições de decidir, com sobriedade, o melhor caminho a tomar. Embora isso aconteça a todo instante e em cada fase da vida, é na aviação que mais frequentemente somos instados a tomar decisões, com base em inúmeras variáveis como: experiência anterior, condições meteorológicas e operacionais da aeronave, conceitos de segurança aprendidos e etc.

A função de Comandante tem dois aspectos distintos: Um legal e outro moral. Ninguém pode decidir por um comandante o que ele deve ou não fazer, e essa é a parte legal da sua função. Mas este deve ter sempre em mente, que suas decisões são frutos da sua maturidade, da responsabilidade e que devem, sobretudo, honrar a confiança nele depositada por quem o colocou na posição de comandar, e por quem aceitou por ele ser comandado. Essa é a parte moral da sua função.

Quando a coisa mais sensata a fazer é voltar ou não ir, um comandante não deve seguir para provar nada a ninguém. As vezes não há tempo para se arrepender e corrigir uma decisão errada, e, o preço a pagar é infinitamente mais alto do que seria simplesmente render-se às circunstâncias. Antes não colocar uma venda nos olhos do que ter que tirá-la tardiamente.

Se o tempo apresenta-se inadequado, aquele problema mecânico é um risco potencial para o voo, você não está fisicamente bem para voar ou suas condições técnicas ainda não são suficientes para encarar determinadas condições de voo, não há porque insistir e enfrentar tal situação, por uma suposta afirmação de capacidade, ou de pretensa superioridade sobre algo que não se pode mudar ou controlar imediatamente.

Lembre-se que se em certas ocasiões você está insistindo e não seguindo o fluxo normal, algo deve estar muito errado. Muitos dos que erraram em suas decisões, não sobreviveram para aprender com os próprios erros e a maior de todas as tolices é “pagar pra ver”, quando a moeda da aposta é a própria vida e a vida dos outros.

A aviação não precisa de falsos atos de heroísmo, que no fundo traduzem-se por irresponsabilidade e imaturidade. Os verdadeiros heróis na aviação são aqueles que gloriosamente se aposentam, levando consigo as lembranças de cada decisão acertada e não aqueles que morrem tentando fazer o inaceitável ou querendo provar alguma coisa.

Não basta apenas um comandante ter o poder de decisão. Ele tem que ser antes de tudo um estrategista e os melhores estrategistas sabem a hora de não ir, o momento de recuar e o valor da volta segura, tomando suas decisões com firmeza, sem se importar com as opiniões dos outros, sejam eles leigos ou profissionais.

Sabem que não há covardia ou incompetência em não seguir quando as condições não forem as ideais e ainda nos ensinam que sob certas circunstâncias, voltar é dar um passo à frente e a negativa é o que de mais positivo se pode fazer.

Mas a escolha é sempre sua.

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Quem dobrou o seu pára-quedas??

Charles Plumb era um piloto da Marinha dos EUA servindo durante a Guerra do Vietnã. Depois de 75 missões de combate, seu avião foi destruído por um míssil terra-ar. Plumb ejetou-se e desceu de pára-quedas atrás das linhas inimigas. Ele foi capturado e passou 6 anos em uma prisão comunista vietnamita. Ele sobreviveu à provação e agora palestra sobre as lições aprendidas com essa experiência.

Um dia, quando Plumb e sua esposa estavam sentados em um restaurante, um homem em outra mesa apareceu e disse: “Você é Plumb! Você voou caças a jato no Vietnã a partir do porta-aviões Kitty Hawk. Você foi abatido!”

“Como no mundo você sabia disso?” – perguntou Plumb.

“Eu dobrei o seu pára-quedas”, o homem respondeu.

Plumb ofegou de surpresa e gratidão. O homem cumprimentou sua mão e disse: “Acho que funcionou!”

Plumb assegurou-lhe: “É verdade, se o seu pára-quedas não tivesse funcionado, eu não estaria aqui hoje”.

Plumb não conseguia dormir naquela noite, pensando naquele homem. Plumb diz: “Fiquei me perguntando o que ele poderia ter parecido em um uniforme da Marinha: um chapéu branco, uma gola de marinheiro às costas e calças de boca de sino. Eu me pergunto quantas vezes eu poderia tê-lo visto e nem sequer disse ‘Bom bom dia. Como vai?’ Ou qualquer coisa porque, você vê, eu era um piloto de caça e ele era apenas um marinheiro.”

Plumb pensou nas muitas horas que o marinheiro gastara em uma longa mesa de madeira nas entranhas do navio, tecendo cuidadosamente os fios e dobrando as sedas de cada calha, segurando em suas mãos o destino de alguém que ele não conhecia.

Agora, Plumb pergunta a sua audiência: “Quem está empacotando seu pára-quedas?” Todo mundo tem alguém que fornece os subsídios que eles precisam para fazê-lo passar através do dia. Plumb também aponta que ele precisou de muitos tipos de pára-quedas quando seu avião foi derrubado sobre o território inimigo – ele precisava de seu pára-quedas físico, seu pára-quedas mental, seu pára-quedas emocional e seu pára-quedas espiritual. Ele pediu todos esses suportes antes de chegar à segurança.

Às vezes, nos desafios diários que a vida nos dá, perdemos o que é realmente importante. Podemos deixar de dizer olá, por favor, ou obrigado, parabenizar alguém sobre algo maravilhoso que aconteceu com eles, dar um elogio, ou apenas fazer algo de bom por nenhuma razão.

Conforme você passar por esta semana, este mês, este ano, reconheça as pessoas que embalam seu pára-quedas. Estou enviando-lhe esta como a minha maneira de agradecer-lhe a sua parte na dobragem
Do Meu Pára-quedas!!!
E espero que o envie para aqueles que ajudaram a arrumar o seu …

Halloween

When witches go riding,
and black cats are seen,
the moon laughs and whispers,
‘tis near Halloween.

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Born To Fly

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Flight is freedom in its purest form,
To dance with the clouds which follow a storm;
To roll and glide, to wheel and spin,
To feel the joy that swells within;
To leave the earth with its troubles and fly,
And know the warmth of a clear spring sky;
Then back to earth at the end of a day,
Released from the tensions which melted away.
Should my end come while I am in flight,
Whether brightest day or darkest night;
Spare me your pity and shrug off the pain,
Secure in the knowledge that I’d do it again;
For each of us is created to die,
And within me I know,
I was born to fly.

For Those in Peril

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Eternal Father, Strong to save,
Whose arm hath bound the restless wave,
Who bid’st the mighty Ocean deep
Its own appointed limits keep;
O hear us when we cry to thee,
for those in peril on the sea.
Lord, guard and guide the men who fly
Through the great spaces in the sky,
Be with them always in the air,
In dark’ning storms or sunlight fair.
O, Hear us when we lift our prayer,
For those in peril in the air.

Feliz Dia do Aviador

Origem do Dia do Aviador

No dia 23 de Outubro de 1906, o brasileiro Alberto Santos Dumont, torna-se o primeiro ser humano a voar! A bordo do 14-Bis, sua criação, Dumont faz um voo no Campo Bagatelle, na França, que ficaria registrado como o inicio de uma grande revolução nos meios de transporte na Terra: o avião.

A Lei nº 218, de 4 de Julho de 1936, decreta o dia 23 de Outubro como Dia do Aviador no Brasil, em homenagem ao primeiro voo feito na história e graças a um brasileiro!

O Decreto de Lei nº 11.262, publicado no Diário Oficial da União, decretou que 2006 seria o Ano Nacional Santos Dumont, o Pai da Aviação (em homenagem ao centenário do primeiro voo de Dumont).

No dia 23 de Outubro também se comemora o Dia da Força Aérea Brasileira.

Homenagem ao Dia do Aviador

“Existe piloto que não é aviador.

Existe médico que não é doutor.

Existe gente que não gosta de avião.

Mas qualquer um pode ter essa paixão.

Aviador, é quem ama a aviação.

Aviação é paixão”

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The F-4 Phantom II

“An F-4, proof that even a brick can fly if you put a big enough engine on it; and the F-4 took two!”

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“Every F-4 takes off with two in flight emergencies:
1. It’s on fire
2. It’s low on fuel.”
– Anonomous (Navy) F-4 Pilot

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O velho, o lago e pessoas banhando-se.

O velho, o lago e algumas mulheres nuas

Um velho tinha um lago no fundo de suas terras.
Depois de muito tempo, decidiu ver se estava tudo em ordem.
Tomou uma cesta para aproveitar o passeio e colher umas frutas pelo caminho… Ao aproximar-se do lago, ouviu vozes animadas.
Viu um grupo de mulheres que se banhavam completamente nuas.
Ao vê-lo, todas foram para a parte mais profunda do lago, mantendo apenas a cabeça fora da água.
Uma das mulheres gritou: – Não sairemos enquanto o senhor não se afaste!
O velho respondeu: Eu não vim até aqui para vê-las nadar ou sair nuas do lago!
Levantando o cesto, lhes disse: – estou aqui para alimentar o crocodilo…
Moral da história: idade, experiência e ofício, sempre triunfarão sobre a juventude e o entusiasmo.

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Goodnight, beautiful

To chorando de rir… =)

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By the time a Navy pilot pulled into a little town, every hotel room was taken. “You’ve got to have a room somewhere,” he pleaded. “Or just a bed, I don’t care where.” “Well, I do have a double room with one occupant, a Marine pilot,” admitted the manager, “and he might be glad to split the cost. But to tell you the truth, he snores so loudly that people in adjoining rooms have complained in the past. I’m not sure it’d be worth it to you.”

“No problem,” the tired Navy pilot assured him. “I’ll take it.” The next morning the Navy Pilot came down to breakfast bright-eyed and bushy-tailed. “How’d you sleep?” Asked the manager. “Never better.” The manager was impressed. No problem with the other guy snoring, then?” “Nope, I shut him up in no time.” Said the Navy pilot. “How’d you manage that?” asked the manager. “He was already in bed, snoring away, when I came in the room, I went over, gave him a kiss on the cheek, said, ‘Goodnight, beautiful,’ and he sat up all night watching me.”

via www.Sierrahotel.net

Before take-off

Before take-off, a professional pilot is keen, anxious, but lest someone read his true feelings he is elaborately casual. The reason for this is that he is about to enter a new though familiar world. The process of entrance begins a short time before he leaves the ground and is completed the instant he is in the air. From that moment on, not only his body but his spirit and personality exist in a separate world known only to himself and his comrades.

As the years go by, he returns to this invisible world rather than to earth for peace and solace. There also he finds a profound enchantment, although he can seldom describe it. He can discuss it with others of his kind, and because they too know and feel its power they understand. But his attempts to communicate his feelings to his wife or other earthly confidants invariable end in failure.

Flying is hypnotic and all pilots are willing victims to the spell. Their world is like a magic island in which the factors of life and death assume their proper values. Thinking becomes clear because there are no earthly foibles or embellishments to confuse it. Professional pilots are, of necessity, uncomplicated, simple men. Their thinking must remain straightforward, or they die — violently.

— Ernest K. Gann

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